Publicado por: ivanperdigao | 7 Julho, 2009

Nós na Flip

Na terça-feira, dia 30 de junho, o Taai-Fung II deixou seu pier na Marina Bracuí com destino à cidade histórica de Paraty. Íamos assistir à FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty realizada de 1 a 5 de julho.

Após cerca de 4 horas de travessia, num dia ensolarado e com pouco vento, pegamos uma poita na simpática marina Refúgio das Caravelas onde nosso veleiro nos serviria de pouso durante os dias da festa. Da marina até o centro histórico de Paraty são 5 km pela estrada, distância que pode ser vencida por caminhada a pé (o que fizemos duas vezes), por ônibus que circulam entre 8 e 22:30h com intervalos irregulares, por taxi (cuja tarifa arbitrária tem que ser negociada caso a caso; tivemos cotações desde R$ 35,00 até R$ 20,00) ou, naturalmente, em veículos particulares. Chegamos a cogitar o aluguel de bicicletas mas desistimos ante o preço irrealístico de R$ 30,00 a R$ 35,00 por dia.

Paraty, durante a FLIP é realmente uma festa. Uma multidão calculada em 20 000 pessoas acorre à cidade resultando em uma atmosfera ao mesmo tempo de sofisticação cultural e de simpática simplicidade.

Nos cinco dias da festa há inúmeras manifestações paralelas ao programa oficial que por si só já se constitui em uma densa sequência de atividades, destacando-se as quatro ou cinco mesas diárias onde se apresentam escritores e outras personalidades ligadas ao mundo literário.

Essa edição da FLIP prestou homenagem especial ao poeta Manuel Bandeira que aprendemos ter sido um intelectual profícuo, poeta, escritor, professor : “vou me embora para Passárgada/lá, sou amigo do rei …”

Eu e Egle assistimos a 10 das 19 mesas do programa e ao show de abertura por Adriana Calcanhoto, além da apresentação de um excelente quinteto de instrumentos de sopro na Igreja matriz com um programa que incluia chorinhos de Pixinguinha, Ernesto Nazaré, e outros cobras de nossa música popular/erudita.

Especialmente instigantes achamos as mesas Separações em que Domingos de Oliveira e Rodrigo Lacerda relataram suas visões sobre os casamentos e as separações; Deus, um Delírio em que Richard Dawkins, cientista especialista em Charles Darwin, expôs as divergências entre as teorias criacionista e evolucionista que buscam de formas conflitantes entre si explicar as origens da vida; Sequências Brasileiras, com Chico BuarqueMilton Hatoun contando sobre seus novos livros (Leite Derramado e Órfãos do Eldorado); Entre Quatro Paredes, trazendo à luz uma discussão entre dois escritores franceses,Gregoire BouillierSophie Calle a respeito da situação criada quando o primeiro terminou seu relacionamento com a segunda por intermédio de um e-mail, e como ela reagiu a isso; Antologia Pessoal, com Zuenir Ventura e Edson Nery da Fonseca relatando sua convivência com Manuel Bandeira, com um show de declamações de alguns dos poemas de Bandeira por Edson, memória impressionante aos 85 anos de idade.

A FLIP é certamente uma festa que vale a pena assistir. Fica uma certa nostalgia de não se poder ter comparecido a todos os eventos…e a todos os bares e restaurantes, cada qual com suas interessantes propostas e peculiaridades.

Notamos também uma enorme, gigantesca, indiscutível predominância do sexo feminino nas ruas e nas mesas de discussão. Deixamos aos caros leitores o desafio para explicar esse fenômeno. Terá sido uma particularidade desse ano em que se apresentou o enfant gaté das moças, Chico Buarque ? Será porque as mulheres são efetivamente mais sensíveis e mais interessadas na cultura que os homens ? Teria acontecido alguma final importante nos campeonatos de futebol justamente na semana da FLIP, causando baixa no comparecimento masculino à festa ? Estará em marcha alguma revolução nos costumes, com as mulheres assumindo papéis antes a elas interditados por uma sociedade machista ?

Mandem suas visões sobre essas provocações e não se esqueçam de manter em suas agendas uma nota para virem a Paraty na próxima edição dessa fantástica festa.

P.S. da Egle: Eu fiquei com o trabalho braçal deste post, inserindo os hiper links, mas gostaria de informar que uma das mesas das quais mais gostei não foi incluida na lista do Ivan: O Dissonante Século XX, no qual o autor Alex Ross, fala de seu livro , O Resto é Ruído, que trata da música clássica do século XX.

Publicado por: egle | 17 Junho, 2009

Eu chego a achar Herodes natural

Aí a criançada toda chega
E eu chego a achar Herodes natural …

Este refrão faz parte de uma música de Toquinho e Vinicíus, Cotidiano número 2, mas inseri aí só para causar impacto, pois adoro crianças e o sopro de renovação que elas trazem para aqueles que já estão em uma fase da vida onde as coisas começam a acontecer de forma mais lenta.

Estamos participando do VII Encontro Nacional da ABVC que está sendo realizado em Bracuhy e conosco está a Gabriela , neta do Ivan que tem 9 anos. Com sua presença somos novamente provedores, precisamos dar comida, prestar atenção onde ela está, com quem está, arrumar brincadeiras e ajudá-la a se enturmar com as outras crianças que estão participando do evento.

E como se enturmam as crianças!! Em poucos instantes formou-se um bando de cerca de 10 , que pulam , gritam, dançam, brincam de esconde esconde. E no fim do dia, quando nós já estamos caindo pelas tabelas, ainda sobra fôlego para, pelo menos, mais umas 3 horas de atividade.

É muito interessante observar o desenvolvimento dessa socialização dos pequenos. Parece um laboratório de estudos sobre o comportamento da sociedade. Aqui se formam os grupos, por faixa etária e seus interesses específicos. Dentro dos grupos vê-se emergirem as lideranças e as alianças, bem como se pode acompanhar as táticas e estratégias para  as conquistas e para a manutenção dos espaços conquistados.

Nós adultos temos bastante a aprender através dessa observação, se pudermos e quisermos dedicar tempo a esse exercício. As crianças também saem ganhando com a interação democrática com os adultos, aprendendo, na prática, a convivência, a liberdade e os limites.

Dessa maneira evitaremos aquele sentimento, infelizmente não raro, de considerar os pequenos um estorvo, e não necessitaremos compartilhar a idéia, evidentemente jocosa, de Toquinho e Vinicius quando intitularam a canção mencionada no título desse post.

Para nós foram, na verdade, dias de grande alegria esses em que pudemos conviver de perto com a turminha que veio ao VII encontro Nacional da ABVC.

Este post foi escrito a quatro mãos por Ivan mais Egle

Liberdade em duas rodas

Liberdade em duas rodas

Oficina de barquinhos

Oficina de barquinhos

Nem a chuva atrapalha

Nem a chuva atrapalha

UFAAA!!!!

UFAAA!!!!

Publicado por: ivanperdigao | 25 Maio, 2009

Outono em Bracuhy

Finalmente, com algum atraso, o outono chegou a Bracuhy. Essa estação é tão valorizada por nós que vivemos no mar que por coincidência, ao tempo em que já preparávamos esse post, lemos outro sobre o mesmo tema, publicado no blog do veleiro Tinguá.

São dias luminosos com muito sol, cantos de pássaros e temperaturas agradáveis, um calorzinho gostoso durante o dia e noites frescas com céu descoberto, cheio de estrelas.

Desconfio, sem contudo ter comprovação estatística, que muitas crianças são geradas nesse período idílico que se estende até julho. Fica logo lançado o desafio para que nós, vagabundos do mar, tenhamos mais um assunto irrelevante a preencher nossa horas ociosas.  Alguém tem a porcentagem de nascimentos brasileiros nos meses de fevereiro a abril?

As fotos abaixo servem para descrever melhor, se bem que ainda sem alcançar a plenitude da realidade, os dias de outono por aqui.

Fica a sugestão e o convite para que venham conhecer essa bela marina durante essa época  privilegiada do ano. Quem sabe durante a realização do Encontro Nacional da ABVC nos dias 11 a 14 de junho?

 

O Taai- Fung II na luz da tarde

O Taai- Fung II na luz da tarde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A paz

A paz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um brinde !!

Um brinde !!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passear por aqui é tudo de bom

Passear por aqui é tudo de bom

Publicado por: egle | 14 Maio, 2009

De volta para casa

 

É hora de voltar para casa. Após passarmos uma excelente semana em Florianópolis, visitando os principais pontos turísticos, saímos de Floripa dia 8 de maio, sexta passada.

Montamos uma mini flotilha, composta dos veleiros TF II, Sweet e Sophia, cujo roteiro previa paradas em Caixa D’aço, Itajaí, e  Ilhabela. De lá cada um seguiria para o seu porto de origem, respectivamente Bracuhy, Parati e Rio de Janeiro.

O interessante desta mini flotilha, por mim apelidada de “Cruzeiro à Velho”, é que a mesma conta com dois dos três participantes mais velhos do CCS , Janjão no Sweet e Peter no Sophia, além do capitão do TF II que não é nenhum menino. Eu e Cristina , somos também as tripulantes mais velhas do CCS.

Abaixando a média de idade , está o Eduardo, o capitão mais novo do Cruzeiro. O nosso tripulante Ricardinho é um caso à parte, pois sua idade  é o segredo mais bem guardado do mundo náutico.

O Cruzeiro à Velho começou bem. Almoço a bordo do TF II, ancorado em Caixa D”Aço, com salada de lagosta, shitake na manteiga , moqueca e muuuuitaaa birita. 

No sábado, o Veleiro Sophia saiu de madrugada rumo ao Capri, Bom Abrigo e Santos, onde o Peter desembarcou.

Os dois veleiro restantes foram para Itajaí , onde se reencontraram com Mara e Hélio. Domingo cedo saímos para Ilhabela, com direito a 40 hs de motorada e uma lua de dar inveja.

O Sophia se juntou a nós terça no Iate Clube Pindá, em Ilhabela onde comemoramos o nosso reencontro com uma bacalhoada no Sweet.

À meia noite de quarta para quinta, levantamos âncora. O Sophia leva com ele o Ricardinho e nós no TF II , após cruzarmos a Ponta da Juatinga, o nosso Cabo Horn, estamos  curtindo nossa amada Baia da Ilha Grande.

 

O pico do Frade

O pico do Frade, sinal de retorno à casa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viajar é muito bom, mas chegar em casa é melhor ainda. Até a próxima viagem!!

Publicado por: egle | 6 Maio, 2009

Nos veremos no encontro da ABVC

Acordamos ontem , dia 4 com uma sensação estranha. Embora antecipando o que seria uma bela festa de encerramento, no ar parava uma certa tristeza, pois sabíamos esta seria o último dia do CCS.

A festa de encerramento foi linda e emocionante. Nosso comodoro foi , com justiça , homenageado com placa ressaltando suas qualidades de liderança, democrática gentil e eficiente.

Ficou um gostinho de quero mais. Mas o encontro da ABVC vem por aí.

Até logo amigos.

 

Os comandantes

Os comandantes

 

as tripulantes

as tripulantes

 

os tripulantes

os tripulantes

Publicado por: egle | 3 Maio, 2009

E o fígado pediu para sair

O Cruzeiro Costa Sul está pródigo em festas. São churrascos, caldeiradas, jantares seja na programação oficial seja na iniciativa dos participantes do cruzeiro , que quando estão de bobeira organizam um churrasco.

Em Itajaí fomos recebidos por Vilmar e Gina, do veleiro Jornal , responsáveis pela Associação Náutica de Itajaí. Foi uma linda festa , onde nossos amigos apresentaram o belo trabalho de inclusão social, realizado pela associação.E tome cerveja.

Em seguida fomos para a Marina Tedesco em Camboriú. Lá após um belíssimo passeio pelo teleférico e  praias, pizza à noite na companhia do vice prefeito. E tome cerveja.

Dia 30 de abril rumamos para Porto Belo, praia do Baixio, onde fomos recebidos pelo vice Prefeito de Porto Belo, que nos ofereceu uma rodada de tainhas na brasa . E tome cerveja.

Neste mesmo dia rumamos para a enseada de Caixa D’aço, onde passamos a noite. Ventou muito e a previsão do tempo indicava ondas altas para sexta feira, dia 01 de maio. A Flotilha decidiu ficar abrigada na enseada e como não havia programação oficial, organizamos – adivinhem o que ? –  um churrasco.

E aí o meu fígado pediu para sair…

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Publicado por: egle | 26 Abril, 2009

As meninas deram show de bola

Começou com um papo descontraído na varanda do Capri Iate Clube. A Helena do veleiro Mony, sugeriu a participação de uma tripulação feminina na regata que seria realizada na raia do Capri no sábado dia 25.04. Conversa vai conversa vem, a tripulação foi formada: Helena do veleiro Mony, Diana e Helena do Tangata Manu, Tati do Bruxo, Cristina do Sweet, Vitória do Planeta Água e esta que vos escreve.

O Vail, dono do Mony, gentilmente cedeu o barco, um Thor de 12.5 m. Saímos, acompanhadas do Vail, que nos ajudou a tirar o barco do Capri e partimos para a raia. Após alguma manobras meio inseguras,o que levou o Vail a afirmar que o tempo limite de 5 horas de regata não seria suficiente , a tripulação, contando com o conhecimento  da Tati do Bruxo , foi ganhando confiança . A Tati, acostumada a correr regatas , foi nos dando as dicas e começamos a nos soltar e deslanchar.

O Cruzeiro Costa Sul, contou com 3 barcos na regata: O Alondra, o Mony e o Sofia ( este último tripulado por oito velejadores experientes, em um barco regateiro e aliviado de âncoras, água e outros)

Quase chegando à última boia, vários veleiro ficaram presos na calmaria. O Mony veio vindo, veio vindo e chegou em segundo lugar à frente do Sofia. Voces podem imaginar a gozação que foi em cima dos rapazes.

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A premiação das meninas

Publicado por: egle | 26 Abril, 2009

O Susto

Após o maravilhoso almoço oferecido pela prefeitura de São Francisco do Sul, no dia 21.04, recepcionando o Cruzeiro Costa Sul, a tripulação do TF II ficou passeando pela cidade  aguardando a hora de ir para o  barco  e preparar-se para a partida para Joinville no dia seguinte.

Lá pelas 8 da noite, após um lanche ligeiro na cidade, fomos para o barco, ler e descansar um pouco. Lá pelas tantas, Ivan começa a sentir formigamento e coceira nas mãos e braços. Eu imediatamente pensei que vinha por aí novo enfarte. A coceira cada vez aumentava mais, o corpo dele ficou cheio de placas e a temperatura caiu para 36,4. O Ricardinho foi até o veleiro Mony pedir ajuda à imediata Helena que é médica. Quando ela chegou ao TF II, o Ivan estava com a garganta fechando e os lábios igualzinhos  aos da Angelina Jolie. Helena constatou que tratava-se  de um grave processo alérgico e que deveríamos ir imediatamente para um hospital, onde Ivan deveria tomar um corticóide na veia.

Resumo da ópera: Lá pelas 11 da noite, debaixo de um chuva danada e um frio de doer, Ricardinho nos deixa no cais da cidade. Pegamos um taxi e fomos para o pronto socorro, onde Ivan chegou com a garganta quase fechando. Fomos super bem atendidos e às 3 da manhã já estavamos de volta ao barco. Até agora não sabemos se a causa da alergia foi um antibiótico receitado para a ferida da perna ( do tombo em Ilha Bela) ou do queijo de coalho do lanche na cidade. Só sabemos que foi um baita susto .

Publicado por: egle | 21 Abril, 2009

O Encalhe

O Taaifung II foi o penultimo a chegar ao local de encontro intermediário, em frente ao Capri Iate Clube. O Gameio estava cerca de 30 minutos atrás de nós e nosso comodoro,  Zanella do veleiro Guga – Buy anuncionou que a flotilha  iria prosseguir em direção à cidade , bem devagar,  para que o Gameio se juntasse a nós.

Boa parte dos veleiros abandonou a navegação pelo GPS e começou a seguir o Guga Buy que tem 1 m de calado. De repente o Zanella e Zanellinha gritam “banco de areia”. Tarde demais!!!! , Alondra, Moni, Malungo e Taai Fung II estavam encalhados.  O Alondra acelerou daqui acelerou dali e conseguiu se safar.  O TF II estava irremediavelmente encalhado e não se movia. Moni e Malungo idem. Guga Buy tentou nos rebocar mas sem sucesso. Como estavamos em cima de um banco de areia de 1 m de profundidade não era qualquer barco que poderia chegar perto para nos ajudar. O Assis , que tem um catamarã, lançou um cabo para o TF II e desencalhamos.  O Moni e o Malungo foram desencalhados por uma traineira e por uma lancha da marinha.

Foi sem dúvida um espetáculo diferente, após o qual a flotilha seguiu sem maiores percalços até seu fundeio em frente à São Francisco do Sul.

Publicado por: egle | 21 Abril, 2009

Colocando o Relato em dia Parte II

Paranaguá

Após 33 horas de velejada, chegamos à Ilha das Peças na baia de Paranaguá. Estivemos aqui em 1998 , junto com o Yaghan e o MaraCatu e o lugar mudou completamente. Onde não existia nada, surgiu uma pequena comunidade com restaurantes, bares e pousadas.  Como fomos os últimos a chegar, ficamos lá apenas 1 hora e logo em seguida nos dirigimos para a sub sede do Iate Clube de Paranaguá. Em 1998 quando estivemos aqui, o clube nos presenteou pela manhã com pão fresco, vinho e uma flâmula do clube. 10 anos depois a hospitalidade permaneceu a mesma.  A viagem de  Santos a Paranaguá cobrou seu preço e eu terminei a noite assim.

 

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No sábado, dia 18, em torno das 18 horas, o grupo que viajou pelo canal do varadouro chegou à sub sede do iate clube . À noite tivemos um churrasco oferecido pelo clube aos participantes do Cruzeiro Costa Sul.

Em função de aviso de chegada de frente fria no dia 20.04, decidimos soltar as amarras em direção a São Franscisco do Sul dia 19, domingo, bem cedo pela manhã. Foram 60 milhas sem vento e sem ondas com  céu azul e um sol quentinho.

Os barcos mais velozes ficaram em frente ao Capri Iate Clube aguardando os demais para que entrassemos todos juntos em São Chico.

Chegamos ao Capri às 16 horas, antes da frente fria , e começamos a nos deslocar para a cidade para nossa entrada triunfal. Mas …. eis que aconteceu o ENCALHE que será objeto de um outro post, aguardem !!

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